terça-feira, 17 de julho de 2012

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O que é o Purgatório

É uma prisão de fogo na qual quase todas as almas salvas são submersas depois da morte e na qual sofrem as mais intensas penas.
Aqui está o que os maiores doutores da igreja nos dizem acerca do Purgatório.
Tão lastimoso é o sofrimento delas que um minuto desse horrível fogo parece ser um século.
Santo Tomás Aquino, o príncipe dos teólogos, disse que o fogo do Purgatório é igual em intensidade ao fogo do inferno, e que o mínimo contato com ele é mais aterrador que todos os sofrimentos possíveis desta terra! Santo Agostinho, o maior de todos os santos doutores, ensina que para serem purificadas de suas faltas antes de serem aceitas no Céu, as almas depois de mortas são sujeitas a um fogo mais penetrante e mais terrível do que nenhum que se possa ver, sentir ou conceber nesta vida.
Ainda que este fogo está destinado a limpar e purificar a alma, disse o Santo Doutor, ainda é mais agudo que qualquer coisa que possamos resistir na Terra.
São Cirilo de Alexandria não duvida em dizer que "seria preferível sofrer todos os possíveis tormentos na Terra até o dia final que passar um só dia no Purgatório".
Outro grande Santo disse: Nosso fogo, em comparação com o fogo do Purgatório, é uma brisa fresca ".
Outros santos escritores falam em idênticos termos desse horrível fogo.

Como é que as penas do Purgatório são tão severas?

O fogo que vemos na Terra foi feito pela bondade de Deus para nossa comodidade e nosso bem estar.
Às vezes é usado como tormento, e é o mais terrível que podemos imaginar.
O fogo do Purgatório, pelo contrário, está feito pela Justiça de Deus para penar e purificar-nos e é, por conseguinte, incomparavelmente mais severo.
Nosso fogo, como máximo, arde até consumir nosso corpo; feito de matéria, pelo contrário o fogo do Purgatório atua sobre a alma espiritual, a qual é inexplicavelmente mais sensível a pena.
Quanto mais intenso é o fogo, mais rapidamente destrói a sua vitima; a qual, por conseguinte cessa de sofrer; por quanto o fogo do Purgatório infligi a mais aguda e a mais violenta pena, mas nunca mata a alma nem lhe tira a sensibilidade.
Tão severo como é o fogo do Purgatório, é a pena da separação de Deus, a qual a alma também sofre no Purgatório, e esta é a pena mais severa.
A alma separada do corpo deseja com toda a intensidade de sua natureza espiritual estar com Deus.
É consumida de intenso desejo de voar até Ele.
Ainda é retida, e não há palavras para descrever a angustia dessa aspiração insatisfeita.
Que loucura, então, é para um ser inteligente como o ser humano negar qualquer precaução para evitar tal espantoso feito.
É infantil dizer que não pode ser assim, que não o podemos entender, que é melhor não pensar ou não falar dele.
O feito é que, seja o cremos ou não, todas as penas do Purgatório estão mais altas do que podemos imaginar ou conceber.
Estas são as palavras de São Agustinho.

Sobre o Purgatório, Pode tudo isto ser verdade?

A existência do Purgatório é tão certa que nenhum católico tem tido nunca uma duvida acerca dele.
Foi ensinado desde os tempos mais remotos pela Igreja e foi aceita com indubitável fé quando a Palavra de Deus foi pregada.
A doutrina é revelada na Sagrada Escritura e crida por milhões e milhões de crentes de todos os tempos.
Ainda, tal como o temos remarcado, as idéias de alguns são tão vagas e superficiais neste tema tão importante, que são como pessoas que cerram seus olhos e caminham deliberadamente no fio de um precipício.
Seria bem em recordar que a melhor maneira de cortar nossa estadia no Purgatório - o ainda mais, evitá-lo é ter uma clara idéia dele, e de pensar bem nele e adotar os remédios que Deus nos oferece para evitá-lo.
Não pensar nele é fatal.
É cavar a si mesmos a fossa, e preparar para eles mesmos um terrifico, largo e rigoroso Purgatório.

domingo, 3 de junho de 2012

CUIDADO IRMÃOS!

n/d
Diz na Sagrada Escritura:
"Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos". (São Mateus 25,41)

terça-feira, 22 de maio de 2012

TUDO PODES SENHOR

EU PRECISO DE UM MILAGRE SENHOR, SEM TI SOU FRÁGIL. ME SUSTENTA SENHOR AINDA ME RESTA A FÉ. MUDA-ME SENHOR, SOCORRE-ME SENHOR, CURA-ME SENHOR, TU PODES TUDO SENHOR, VEM MEU SENHOR, DÁ-ME TEU MILAGRE, ÉS LINDO DEMAIS SENHOR.

RESSUSCITA-ME SENHOR

EU CREIO SENHOR; RESSUSCITA O MEU SONHO, QUE UM DIA MORREU. NÃO ABRO MÃO DA MINHA HERANÇA, TRAZ DE VOLTA O QUE É MEU, CUMPRE EM MIM OS TEUS PLANOS, QUE O SENHOR PROMETEU, POIS EU SEI QUE OS TEUS PLANOS SÃO MAIORES, QUE OS MEUS. VIVA, VIVA, VIVA MEUS IRMÃOS, QUE O SENHOR OS ALIMENTE, SACIANDO SUAS ANGÚSTIAS, TRISTEZAS, DESÂNIMOS E LUTE POR ESSE JESUS MARAVILHOSO, QUE É O NOSSO DEUS.

Papa Bento XVI: Não há nada que a força da oração não consiga

20.05.2012 - Em suas palavras prévias à oração do Regina Caeli, na Praça de São Pedro, junto a milhares de fiéis, o Papa Bento XVI animou a confiar plenamente na oração ao Senhor para alcançar nossos desejos.
Bento XVI sublinhou que “para alcançar as petições que temos em nosso coração, não há melhor médio que pôr a força de nossa oração naquela coisa que agrada mais a Deus".
"Então, não só dará o que lhe peçamos, que é a salvação mas ainda mais, o que Ele vê que nos convém e embora não o peçamos”.
O Papa assinalou que a Ascensão de Jesus aos Céus, Festa que a Igreja celebra hoje, “proclama não só a imortalidade da alma, mas também aquela da carne".
"Não só confirmados como possuidores do paraíso, mas também penetrados em Cristo nas alturas dos céus”.
O Santo Padre explicou que com o mistério da Ascensão, Deus “nos diz que em Cristo nossa humanidade é elevada às alturas de Deus, e assim, cada vez que oramos, a terra se une ao Céu. E como o incenso, queimando, faz subir para as alturas sua fumaça de suave aroma, deste modo, quando elevamos ao Senhor nossa fervente e confiada oração em Cristo, ela atravessa os céus e alcança o Trono de Deus, escutada por Ele e respondida”.
“Por isso, quando os discípulos viram o Mestre elevar-se sobre a terra e elevar-se às alturas, não invadidos pelo desconsolo, mas pelo contrário, experimentaram um grande gozo e se sentiram impulsionados a pregar a vitória de Cristo sobre a morte. O Senhor ressuscitado atuava neles, distribuiu a cada um deles um carisma próprio, para que a comunidade cristã, em seu conjunto, refletisse a harmoniosa riqueza dos Céus”.
O Papa recordou que Deus depositou em todos um dom, a uns deu o “dom de ser apóstolos, a outros profetas, a outros pregadores do Evangelho, a outros pastores ou mestres”, e “organizou em ordem à edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à plenitude de Cristo”.
Bento XVI indicou que a Ascensão do Jesus se cumpre quarenta dias depois de sua Ressurreição e marca o cumprimento da salvação iniciada pela Encarnação. O Senhor, “depois de instruir pela última vez os seus discípulos, sobe ao céu".
"Mas não se separou de nossa condição; mas com efeito, (...) revelou o destino final de nosso peregrinar terrestre”.
Bento XVI sublinhou que a Ascensão é o último ato de nossa liberação do pecado, e assim como o Senhor “descendeu do Céu por nós, sofreu e morreu na cruz por nós, também ressuscitou e retornou a Deus, por isso não está longe, mas é nosso Deus, Nosso pai”.
Ao concluir a oração do Regina Caeli, o Papa recordou a celebração da Jornada das Comunicações Sociais, cujo tema deste ano é “Silêncio e Palavra: Caminho de Evangelização”.
O Santo Padre indicou que o silêncio “é parte integrante da comunicação, um lugar privilegiado para o encontro com a Palavra de Deus, e com nossos irmãos e irmãs”.
Por isso, o Papa convidou a todos “a orar para que a comunicação, em cada uma de suas formas, sirva sempre para instaurar com o próximo, um diálogo autentico, baseado no respeito recíproco, a escuta e o compartilhar”.
Ao final de sua catequese o Santo Padre dirigiu algumas palavras aos peregrinos lusófonos: “Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em particular o grupo brasileiro da paróquia Nossa Senhora Aparecida de Piabetá, a quem agradeço o apoio espiritual e material que dão ao meu serviço de Sucessor de Pedro. Sobre todos invoco os dons do Espírito Santo, para serem verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, fazendo jorrar a sua Vida no meio das respectivas famílias e comunidades, que de coração abençôo”.
Fonte: ACI

EVANGELHO DO DIA


EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68



Terça-feira, dia 22 de Maio de 2012


Terça-feira da 7ª semana da Páscoa


Santo do dia : Santa Rita de Cássia, viúva, religiosa, +1457,  Santa Quitéria, virgem, mártir, séc. II,  Beato João Baptista Machado, presbítero, mártir, +1617

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui
Santo Agostinho : «Pai, glorifica o Teu Filho, a fim de que o Filho Te glorifique»

Livro dos Actos dos Apóstolos 20,17-27.
De Mileto, Paulo mandou chamar os anciãos da igreja de Éfeso.
Quando chegaram junto dele, disse-lhes: «Sabeis como, desde o primeiro dia em que cheguei à Ásia, procedi sempre convosco.
Tenho servido o Senhor com toda a humildade e com lágrimas, no meio das provações, que as ciladas dos judeus me acarretaram.
Jamais recuei perante qualquer coisa que vos pudesse ser útil. Preguei e instruí-vos, tanto publicamente como nas vossas casas,
afirmando a judeus e gregos a necessidade de se converterem a Deus e de acreditarem em Nosso Senhor Jesus.
E agora, obedecendo ao Espírito, vou a Jerusalém, sem saber o que lá me espera;
só sei que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me avisa de que me aguardam cadeias e tribulações.
Mas, a meus olhos, a vida não tem valor algum; basta-me poder concluir a minha carreira e cumprir a missão que recebi do Senhor Jesus, dando testemunho do Evangelho da graça de Deus.
Agora sei que não vereis mais o meu rosto, todos vós, no meio de quem passei, proclamando o Reino.
Por isso, tomo-vos hoje por testemunhas de que estou limpo do sangue de todos,
pois jamais recuei, quando era preciso anunciar-vos todos os desígnios de Deus.

Livro de Salmos 68(67),10-11.20-21.
Fizeste cair, ó Deus, a chuva com abundância; restauraste as forças à tua herança extenuada.
O teu povo ficou restabelecido, e Tu, ó Deus, reconfortaste o pobre com a tua bondade.
Bendito seja o Senhor, dia após dia;
Ele cuida de nós; Ele é o Deus da nossa salvação.
Ele é o nosso Deus, é um Deus que salva.
Na verdade, o Senhor Deus é aquele que nos livra da morte.


Evangelho segundo S. João 17,1-11a.
Naquele tempo, Jesus, levantando os olhos ao céu, exclamou: «Pai, chegou a hora! Manifesta a glória do teu Filho, de modo que o Filho manifeste a tua glória,
segundo o poder que lhe deste sobre toda a Humanidade, a fim de que dê a vida eterna a todos os que lhe entregaste.
Esta é a vida eterna: que te conheçam a ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem Tu enviaste.
Eu manifestei a tua glória na Terra, levando a cabo a obra que me deste a realizar.
E agora Tu, ó Pai, manifesta a minha glória junto de ti, aquela glória que Eu tinha junto de ti, antes de o mundo existir.
Dei-te a conhecer aos homens que, do meio do mundo, me deste. Eles eram teus e Tu mos entregaste e têm guardado a tua palavra.
Agora ficaram a saber que tudo quanto me deste vem de ti,
pois as palavras que me transmitiste Eu lhas tenho transmitido. Eles receberam-nas e reconheceram verdadeiramente que Eu vim de ti, e creram que Tu me enviaste.
É por eles que Eu rogo. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me confiaste, porque são teus.
Tudo o que é meu é teu e o que é teu é meu; e neles se manifesta a minha glória.
Doravante já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, e Eu vou para ti. Pai santo, Tu que a mim te deste, guarda-os em ti, para serem um só, como Nós somos!


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - http://www.capuchinhos.org/



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e doutor da Igreja
Sermões sobre o Evangelho de João, nos. 104-105

«Pai, glorifica o Teu Filho, a fim de que o Filho Te glorifique»
Há pessoas que pensam que o Filho foi glorificado pelo Pai na medida em que Ele não O poupou, mas O entregou por todos nós (Rom. 8,32). Mas, se Ele foi glorificado na Sua Paixão, quanto mais o não foi na Sua ressurreição! Na Paixão, a Sua humildade aparece mais do que o Seu esplendor. [...] A fim de que «o mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo» (1 Tm 2,5), fosse glorificado na Sua ressurreição, foi humilhado na Sua Paixão. [...] Nenhum cristão duvida: é evidente que o Filho foi glorificado sob a forma de servo, que o Pai ressuscitou e fez sentar à Sua direita (Fil 2,7; Ac 2,34).


Mas o Senhor não diz apenas: «Pai, glorifica o Teu Filho»; acrescenta: «para que o Teu Filho Te glorifique». Pergunta-se, e com razão, como é que o Filho glorificou o Pai. [...] Na verdade, a glória do Pai, em si mesma, não pode aumentar nem diminuir. No entanto, era menor entre os homens quando Deus só era conhecido «na Judeia» e «os Seus servos não louvavam o nome do Senhor desde o nascer ao pôr do sol» (Sl 75,2; 112,1-3). Isto foi consequência do Evangelho de Cristo, que deu a conhecer às nações o Pai através do Filho: e foi assim que o Filho glorificou o Pai.


Se o Filho tivesse apenas morrido e não tivesse ressuscitado, não teria sido glorificado pelo Pai nem o Pai por Ele. Agora, glorificado pelo Pai na Sua ressurreição, glorifica o Pai pela pregação da Sua ressurreição. Isto vê-se na própria ordem das palavras: «Pai, glorifica o Teu Filho, para que o Teu Filho Te glorifique», como se dissesse: «Ressuscita-Me, para que, por Mim, sejas conhecido em todo o universo». [...] Nesta vida, Deus é glorificado quando a pregação O dá a conhecer aos homens; e é pregado pela fé dos que crêem n'Ele.