segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O "ficar" não é de Deus?




Muito se tem discutido ainda sobre uma frase dita pelo Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Dimas Lara Barbosa, dita em 2007, o qual condenou o hábito de "ficar", comum entre jovens e adolescentes. O bispo assinalou na ocasião: “O senso do descartável do 'ficar', que era próprio das garotas de programa, é hoje vivenciado pelas adolescentes. Os meninos apostam entre eles para saber quem fica com mais garotas numa noite. No dia seguinte, eles não sabem nem o nome delas, o que significa que essa pessoa, com quem 'ficou', não vale absolutamente nada. O problema é grave e atinge adolescentes e pré-adolescentes”.(O Globo Online 08/05/2007)

Alguns veículos de informação assinalaram que ficar é do “Capeta” Bem não quero ser moralista assim temos que esclarecer algo. Em primeiro lugar, temos que entender que a moral cristã não se baseia em “listas de pecados” ou tabela com duas colunas “Sim, pode” X “Não, não pode”, mas em uma análise de princípios abstratos que devem ser aplicados aos casos práticos. Por isso você não vai encontrar em nenhum documento magisterial a afirmação “Ficar é pecado!” ou o contrário.  Mas vamos refletir e pensar nas formas de ficar e tentar usar a negativa da afirmação (lógica) para tentar responder nossa pergunta. Ficar é de Deus.

Vamos tentar classificar o tipo de "ficar" usado pelos jovens:

1 - Há aqueles que vão para uma balada ou festa, ou qualquer outro ambiente na tentativa de “ficar” com uma pessoa (ou várias), no sentido de dizer poucas palavras, dar um beijo (ou vários), abraçar, aproveitar de um momento de suposta “felicidade” sem o menor compromisso.
Bem neste caso sabemos que: O ser humano, criado por Deus sua imagem e semelhança deve ser visto e respeitado como tal. Num relacionamento humano, é a razão que deve ser a palavra chave, e nunca o instinto. Quando o corpo humano se torna um simples produto, usado para se alcançar um benefício próprio, ele está ferindo diretamente os Mandamentos de Deus.
O nosso corpo é Templo do Espírito Santo (Conf. 1 Cor 6,19) e não pode ser comercializado ao preço de uma satisfação momentânea ou de um status perante os amigos e as amigas. Um beijo dessas “ficadas” que os jovens costumam dar em pessoas desconhecidas (muitas vezes sequer sabendo o nome da outra pessoa) assemelha-se ao beijo de Judas, uma verdadeira traição, uma traição à realidade natural do homem que é imagem e semelhança de Deus.

Assim chegamos a outro questionamento: Usar o outro como mero objeto de satisfação momentânea ou de prazer egoísta é pecado?” Bem a responsta vocês já devem saber assim neste caso podemos chegar a conclusão que Ficar não é de Deus.

2- Outra “modalidade” do ficar diz respeito a pessoas se conhecem, e passam a sair juntas por um tempo, qualquer pessoa poderia alegar que estão namorando, mas a diferença essencial é que não existe cobrança, nem fidelidade e muito menos compromisso e respeito.

Nessa “modalidade” enquanto se está ficando com alguém, o jovem pode beijar outra pessoa, pode sumir sem dar satisfações, pode ignorar a pessoa quando a vê na rua, pode até tratar o outro com total indiferença, afinal “não estão namorando”, não pode existir cobranças. Nessa “modalidade” além do total desrespeito ao próximo (exatamente como acontece no exemplo acima) as pessoas assemelham-se àquele homem insensato que constrói a sua casa sobre a areia, construindo um relacionamento sobre a falsidade e a hipocrisia. (Conf Mt 7,26s; Lc 6,49) Creio eu que mais prejudicadas nessa “modalidade” são as mulheres que aceitam essa humilhação na esperança de que esse “ficar” se torne algo sério e possa vir a se tornar um namoro autêntico e duradouro. Logo nõa deixa de ser pecado também. Assim neste caso ficar não é de Deus.

3- Por último, temos uma “modalidade” de ficar que consiste em sair juntos por determinado tempo para decidir se são ou não compatíveis a iniciar um namoro. Existem algumas pessoas dizem que o este "modelo"  de ficar é o antigo ato de paquerar.
Claro que, neste “sair juntos”, as vezes pode rolar um beijo (ou alguns) que, dentro dos limites, não caracteriza um pecado, já que não se trata de usar o outro para sua própria satisfação, mas apenas um estágio intermediário que pode vir a se tornar um autêntico namoro. contudo, quando você paquera alguém você não visa simplesmente utilizar o corpo do outro para o benefício próprio, mas a busca de um relacionamento duradouro e sincero.

Feitas essas considerações, convém lembrar que estamos diante de uma tentativa de banalização das relações amorosas, do sexo e do valor humano. E nisso podemos ver que existem valores nos casos de "ficar" que são anti-cristaos tais como a desonestidade, desconfiança, descompromisso, a superficialidade, desrespeito contra vida, não valoriza o verdadeiro amor, prega a infidelidade, a impureza, indecisão, crueldade, ato de pura atração física.
Assim o relacionamento deve  ser sincero, fiel, puro, honesto, fraterno, compromissado e, principalmente, santo.

Entendendo o por quê as palavras do Bispo.

E o que vem a ser a prostituição? É a comercialização da prática sexual ou, é o oferecimento de satisfação sexual em troca de vantagens monetárias, prazeres ou favores. A Bíblia é clara sobre esse assunto. Em várias passagens vemos a condenação dessa prática: “Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” (1 Cor 6, 18) Não se discute esse assunto, pois é um pecado muito grave, pois o nosso corpo é Templo do Espírito Santo (1Cor 3, 16-17).         Um jovem paulista, em uma comunidade do site de relacionamentos Orkut assinalou: “Eu prefiro Ficar... Ficar esperando no Senhor. Quem fica está se prostituindo, pois esta trocando de parceiros. Lembrando que adultério não é só quando se tem um ato sexual...” E vemos a comparação do bispo do ato do “ficar” com “as garotas de programa”. Bem, quem está “ficando”, acaba também oferecimento o seu próprio corpo em troca do seu prazer pessoal e também em busca de “status” perante os amigos e colegas. “Ficam” com um enorme número de pessoas, beijam, trocam carícias, algumas vezes termina com o ato sexual e, no dia seguinte, partem para outros relacionamentos. Foi por isso que o bispo usou o termo “descartável”. As garotas e garotos de programa ficam por dinheiro, contudo, os adolescentes e jovens seguem um caminho próximo, usando seus corpos para relacionamentos sem nenhum tipo de preocupação com o outro, quantas vezes for necessário para se satisfazerem. Isso também é pecado.
O bispo apenas seguiu a Bíblia, a doutrina católica, assinalando que devemos ser cristãos autênticos, e se mostrou preocupado com a realidade dos jovens de hoje. Nós precisamos ser exemplo perante nossas famílias, nossos ministérios, nossos colegas da escola / faculdade, na nossa Igreja... Sempre em todo o lugar e a toda a hora!!! O que adianta ser uma pessoa na igreja, nos encontros e eventos e outra totalmente diferente com a minha namorada, meu esposa, meus filhos, com meus amigos... Mascarado não dá mais pra viver!

E a Castidade?

A castidade precisa ser vista pelos cristãos não como uma opção, mas como meta de vida. Tanto no namoro, como no noivado e até dentro do casamento, um sendo fiel ao outro. O sexo só poder ser feito após o matrimônio, pois no namoro e noivado um ainda não pertence ao outro. Precisamos abolir a camisinha, pois não podemos banalizar o ato sexual que vem sendo visto nas últimas décadas. Precisamos nos manifestar contra o aborto, pois são seres humanos assim como nós. A juventude precisa rever seus valores, as canções  que estão escutando  (com letras pornográficas e violentas).  Isso não vem de uma “Igreja totalmente ultrapassada”, mas de uma igreja fiel à Bíblia e atualizada. Quem disse que seguir Jesus é fácil?? É necessário renunciar muitas coisas!!

Considerações Finais

E nunca tive medo de assumir minha fé, os valores morais e a doutrina religiosa católica. Fiquei muito triste de ver parte da juventude católica criticando essa atitude de Dom Dimas. Jovens católicos aceitando relacionamentos superficiais, sendo verdadeiros “copos descartáveis”. Os católicos precisam levar o Cristo incondicionalmente, não nos conformando com o mundo, mas o que vemos são pessoas buscando apenas uma “fé de supermercado”, ou seja, você apenas assimila das “prateleiras” aquilo que gosta e descarta o restante da doutrina. O que está acontecendo? O bispo nos lembra que não podemos brincar de ser Igreja! Não podemos buscar um Cristo “Light”. Nós não podemos aceitar que os católicos tenham valores mundanos, modismos que vão de encontro com a Doutrina Cristã e acabam, assim, escrevendo “seu próprio Catecismo”.

Lembre-se...

Não vamos à Igreja porque alguém nos obriga... Não rezamos porque temos medo de Deus... Ninguém nos proíbe ou nos condena. A nossa igreja apenas nos orienta, nos mostra o caminho, porque nossa fé é expressão de nossa liberdade! "Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (1Jo 2, 6)

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Os Papas e Fátima

Desde as primeiras notícias das aparições de Fátima, os Papas deram mostras de simpatia e apoio.
Pio XI, além de outras manifestações públicas de simpatia, concedeu no dia 11 de Outubro de 1930 uma indulgência Santuario-Fatima_1especial aos peregrinos de Fátima.
Pio XII fez uma dezena de pronunciamentos sobre Fátima e declarou, em 8 de Maio de 1950: “Já passou o tempo em que se podia duvidar de Fátima”. Antes, em 3 de Outubro de 1942, consagrara a humanidade ao Imaculado Coração de Maria; a 11 de Outubro de 1954, ordenará que se renove anualmente a consagração do mundo a esse Coração. Em 1946, por meio do seu Legado, o Cardeal Masella, consagrou o mundo à realeza de Nossa Senhora de Fátima.
João XXIII, quando ainda Cardeal, esteve como peregrino no local das aparições, e em seu testamento legou a sua cruz peitoral ao Santuário de Fátima.
Paulo VI foi o primeiro Pontífice Romano a visitar Fátima, para comemorar o cinquentenário das aparições, em 13 de Maio de 1967. Antes disso, ao encerrar a III Sessão do Concílio Vaticano II, anunciou a sua intenção de enviar uma Rosa de Ouro ao Santuário de Fátima, como efetivamente o fez.
João Paulo II visitou o local das aparições três vezes, em 13 de Maio dos anos de 1982, 1991 e 2000. Nesta última ocasião beatificou os Pastorinhos, Francisco e Jacinta. Além disso, fez importantes pronunciamentos a respeito da atualidade da mensagem de Fátima, vários dos quais são citados na presente obra.PAPA Joao Paulo II_2
Na homilia da Missa de 13 de Maio de 1982, em Fátima quando ele disse: “O convite evangélico à penitência e à conversão, expresso com as palavras da Mãe, continua ainda atual. Mais atual mesmo do que há sessenta e cinco anos atrás. E até mais urgente” (Insegnamenti di Giovanni Paolo II, Libreria Editrice Vaticana, 1982, V, 2, p. 1575).
Em mensagem especial aos portugueses pela celebração dos 350 anos da proclamação de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, João Paulo II recordou as importantes advertências feitas por Nossa Senhora em Fátima:
“Em horas de desatino, quando a alma da Nação parecia naufragar, foi visto ‘dançar o sol’ na Cova da Iria, ameaçando pôr termo aos dias do homem sobre a Terra, ao mesmo tempo que Nossa Senhora, através dos pastorinhos, fazia chegar à humanidade este queixume materno: Não ofendam mais a Nosso Senhor, que já está muito ofendido (Outubro 1917). Os homens esqueceram Deus e os seus Mandamentos, vivendo como se Ele não existisse” (Voz da Fátima, Fátima, 13/8/1996).
E na última visita ao Santuário, assim se expressou o Papa: “Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem veio aqui, a Fátima, pedir aos homens para ‘não ofenderem mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido’. É a dor de mãe que A faz falar; está em jogo a sorte de seus filhos. Por isso, dizia aos pastorinhos: ‘Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas’. (Homilia na Missa de beatificação dos Pastorinhos, 13/5/2000).
Abaixo, excerto da Homilia em Fátima, 13 de maio de 2000, Servo de Deus João Paulo II:
A mensagem de Fátima é um apelo à conversão, alertando a humanidade para não fazer o jogo do “dragão” que, com a FATIMA E O PAPA_1“cauda, arrastou um terço das estrelas do Céu e lançou-as sobre a terra” (Ap 12, 4). A meta última do homem é o Céu, sua verdadeira casa onde o Pai celeste, no seu amor misericordioso, por todos espera.
Deus não quer que ninguém se perca; por isso, há dois mil anos, mandou à terra o seu Filho “procurar e salvar o que estava perdido” (Lc 19, 10). E Ele salvou-nos com a sua morte na cruz; que ninguém torne vã aquela Cruz! Jesus morreu e ressuscitou para ser “o primogênito de muitos irmãos” (Rom 8, 29).
Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem veio aqui, a Fátima, pedir aos homens para “não ofenderem mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido”. É a dor de mãe que A faz falar; está em jogo a sorte de seus filhos. Por isso, dizia aos pastorinhos: “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
Bento XVI depositou aos pés de Nossa Senhora de Fátima o seu Pontificado. Eis os comentários do Cardeal Patriarca de Lisboa a esse respeito:
“Estou hoje aqui (em Fátima), talvez como muitos de vós, para cumprir uma promessa que fiz à Sua Santidade Bento XVI. Quando no fim do Conclave chegou minha vez de cumprimentá-lo e jurar-lhe comunhão e obediência, o Santo Padre agarrou-me as mãos e falou-me de Fátima. Então, prometi-lhe, e ele me agradeceu, que no próximo 13 de maio Papa Bento XVI_1eu viria pôr aos pés de Nossa Senhora o seu Pontificado. Assim, aqui estou a cumprir essa promessa e peço-vos a todos vós que me acompanheis com fé e amor, nesta consagração a Maria do Pontificado que agora começa” (Cardeal Patriarca de Lisboa, Sua Eminência Dom José Policarpo, 13/5/2005)
Palavras do Papa Bento XVI, Regina Caeli de 14 de Maio de 2006:
Se não faltaram preocupações e sofrimentos, se ainda há motivos de apreensão pelo futuro da humanidade, conforta-nos o que a “Senhora vestida de branco” prometeu aos pastorinhos: “Por fim, meu Imaculado Coração triunfará!”

CURSO DE LITURGIA

CURSO DE LITURGIA

PE. JOÃO BATISTA REUS, S. J.

PROFESSOR DO SEMINÁRIO CENTRAL DE SÃO LEOPOLDO, R. G. S.































I PARTE.


LITURGIA GERAL





CAPÍTULO I.


AS SANTAS PALAVRAS












CAPÍTULO II.


OS SANTOS SINAIS


Art. I. Atitudes







Art. II. Elementos materiais














CAPÍTULO III.


OS SANTOS LUGARES























CAPÍTULO IV.


O TEMPO SACRO











Art. I. O ciclo do Natal











Art. II. O. ciclo Pascal






77. O tempo da paixão.

78. O domingo de ramos.

79. O tríduo sacro. Prescrições e advertências.

80. As trevas.

81. O rito das trevas.

82. A quinta-feira santa.

83. A sexta-feira santa.

84. O sábado santo.

85. A festa da páscoa.

86. As rogações maiores e menores.

87. A ascensão de Jesus Cristo.

88. A festa de pentecostes.

89. As festas principais deste tempo.



Art. III. O ciclo de Cristo Rei



90. Existência deste ciclo e festas principais.

91. Outras festas deste ciclo. Devoções populares.




CAPÍTULO V.


O COMPUTO PASCAL



92. O áureo número.

93. Epacta e lua nova.

94. Os 30 números epactais.

95. Letra dominical.

96. Cômputo da páscoa e das outras festas móveis.




II PARTE.


LITURGIA ESPECIAL


I secção.


O SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA


CAPÍTULO I.


A EXPLICAÇÃO DA MISSA



97. O santo sacrifício em geral.

98. A primeira missa no cenáculo.

99. O rito da missa no decurso dos séculos.

100. A preparação do ministro do sacrifício.



Art. I. A Missa dos catecúmenos



101. O acesso ao altar.

102: As leituras litúrgicas.



Art. II. A Missa dos fiéis



103. O ofertório.

104. O prefácio e o cânon.

105. O cânon.

106. As orações antes da consagração.

107. A consagração.

108. As orações do cânon depois da consagração.



Art. III. Missa dos fiéis: A comunhão



109. A preparação para a comunhão. Pater noster. Embolismo.

110. A fração do pão. A paz.

111. A recepção da Sta. comunhão. As preces anexas.

112. Depois da comunhão.



CAPÍTULO II.


AS RUBRICAS DA MISSA


Art. 1. Regras gerais



113. Classificação das missas.

114. As partes mutáveis da missa.

115. Número e divisão das orações.

116. As orações prescritas.

117. As orações imperadas.

118. As orações facultativas e a ordem das orações.

119. Epístola, seqüência, evangelho, credo.

120. Prefácio e Communicantes.

121. O último evangelho.



Art. II. As Missas votivas




122. As missas votivas em geral.

123. As missas votivas privadas.

124. A missa nupcial.

125. As missas votivas solenes.

126. A missa solene da oração das XL horas.

127. A missa votiva nos congressos eucarísticos.

128. A missa votiva de Jesus Sumo e Eterno Sacerdote.

129. A missa votiva solene do S. Coração de Jesus.

130. A missa votiva na bênção solene de oratório público.

131. A missa votiva no dia das missões e nos congressos missionários.

132. A missa votiva na solenidade da beatificação ou canonização.

133. Missa votiva coecutientis.

134. A solenidade universal externa conservada no domingo.

135. A missa votiva da solenidade particular exterior trasladada para o domingo.

136. A missa votiva em lugar da festa impedida.

137. A missa votiva de festa extraordinariamente concorrida.

138. As missas votivas de festas simplificadas.

139. As missas de festas mencionadas no ofício e no martirológio.

140. A missa da festa ou dá féria à livre escolha.

141. A missa na igreja alheia.



Art. III. As Missas dos defuntos



142. Noções e rubricas gerais.

143. Comemoração de todos os fiéis defuntos.

144. A missa exequial.

145. Missas privadas de réquie por ocasião de exéquias.

146. A missa do 3.°, 7.° e 30° dia e de aniversário.

147. A missa depois de receber o anúncio da morte.

148. A missa quotidiana de réquie.



CAPÍTULO III.


AS CERIMÔNIAS DA MISSA


Art. I. As cerimônias gerais



149. Posição do corpo.

150. Posições de partes do corpo.



Art. II. As cerimônias da Missa privada



151. O rito da missa comum rezada.

152. Cerimônias próprias da missa de réquie.

153. Cerimônias dos capelães da missa de bispo.

154. Missa rezada em presença de bispo diocesano.

155. Missa rezada diante do SS. Sacramento exposto.



Art. III. As cerimônias da Missa solene


I. Diácono e subdiácono



156. Observações.

157. As funções de diácono e subdiácono.



II. O celebrante



158. As cerimônias do celebrante na missa solene.

159. As cerimônias da missa nova com presbítero assistente.

160. A missa cantada diante do Santíssimo exposto.

161. A missa cantada com assistente.

162. A missa cantada com ajudantes.

163. Ofício do mestre de cerimônias na missa solene.

164. A missa solene de réquie.



II secção.


O OFÍCIO DIVINO



165. Origem e desenvolvimento do ofício divino.

166. Obrigação do ofício divino.

167. Recitação do oficio divino.

168. Método prático do ofício divino.

169. Divisão dos ofícios.

170. Ocorrência e concorrência.

171. As comemorações.

172. Os hinos.

173. 0 ofício de defuntos.

174. As festas particulares da dedicação, do título e do patrono.

175. As vésperas ordinárias cantadas.



III secção.



OS SACRAMENTOS E SACRAMENTAIS



176. O batismo.

177. A administração da s. comunhão fora da missa.

178. A comunhão dos enfermos.

179. A bênção do Santíssimo.

180. A bênção do Santíssimo sem assistente.

181. A exposição privada.

182. A penitência.

183. A extrema unção.

184. As exéquias.

185. Cerimonial das encomendações abreviadas.

186. As exéquias de crianças.

187. O sacramento das ordens.

188. As ordens menores.

189. As ordens maiores.

190. O sacramento do matrimônio.

191. Bênção da mulher depois do parto.

192. Noções gerais sobre as bênçãos (Sacramentais).

193. A visita pastoral.

194. A missa pontifical por ocasião da visita pastoral.

195. Missa solene com assistência do bispo revestido de roquete e mozeta.